Você está aqui: HomeNotícias › Notícia completa
07/11/2009
Festas incomodam moradores

Gisele Diniz

Os fiscais da Secretaria de Ordem Pública do Distrito Federal (SOP) e do Parque Sarah Kubitschek estão em alerta para coibir as festas que varam a noite no estacionamento do Parque. O motivo é um abaixo-assinado feito por moradores do Sudoeste. Cerca de 150 pessoas resolveram apelar para a Administração Regional um limite de horário para o som automotivo. A reclamação é que nas quadras 100, 101, 102 e 103 é impossível dormir com o barulho dos jovens durante a madrugada.
O documento organizado pela comunidade pede que os estacionamentos III e IV sejam fechados a partir das 22 horas até as 5 horas. Durante esse período o estacionamento deve ser vigiado pelos fiscais para evitar a aglomeração de pessoas em busca de diversão nas áreas.
Caso as medidas não dêem certo, os moradores pedem que a grade de limite do parque recue para afastar o point de festas dos edifícios.  
O documento tem o apoio do administrador da cidade, Nilo Cerqueira. Segundo ele, o incômodo atinge, aproximadamente, 7,5 mil pessoas. Para auxiliar a operação sossego, o administrador se reuniu ontem com o secretário de Ordem Pública, Roberto Giffoni, a fim de tratar da fiscalização. “Levamos a ideia para ele. Ainda não sabemos se será aprovada, mas aceitaram como uma boa sugestão”, disse. Embora esteja do lado dos moradores, Cerqueira só não concordou com a mudança da grade. “Para isso teríamos que mexer na poligonal. Não precisamos chegar a esse ponto.”
A opinião é compartilhada por Giffoni. Segundo o secretário a mudança não é necessária no momento. “Precisamos é conscientizar essas pessoas sobre os direitos da coletividade. É mais uma questão de orientação”, comentou. Segundo Giffoni, equipes de fiscais já começaram o trabalho. A ideia é que eles permaneçam em rondas durante a noite. “Já tivemos notícias de uma festa que foi impedida, ontem. Só a presença dos fiscais já inibe os jovens.”
Segundo a administradora de Brasília, Ivelise Longhi, a proibição de som alto à noite não é novidade. “De qualquer forma, pedi ao Ibram (Instituto Brasília Ambiental), e à Agencia de Fiscalização (Agefis) que reforcem a vigilância nos finais de semana”, disse.

Veja mais em "TB Grande Brasília" [veja todos]


Edição de hoje

Tribuna Livre

Confira as últimas da política e da cidade.

Tribuna do Leitor

Expresse suas opiniões e críticas, este espaço é seu, Leitor!